Com investimento inicial de R$ 1 milhão, a nova plataforma chega ao mercado como ferramenta direta de negócios entre a indústria e o lojista e sustentada por grandes investidores do mercado nacional.
Promover abertura de novos mercados e oportunidades de negócios diretos entre industriais do setor de confecção e lojistas de todo o mundo a curto e médio prazo: sem interferências, sem distâncias, sem gastos de traslados e equipe, e com confiabilidade total no negócio gerado.
Esta é uma das propostas do
VestesBR – uma detalhada plataforma de e-bussiness, que já teve investimento inicial de R$ 1 milhão e manterá os investimentos nos próximos anos.
A aposta do grupo de investidores é que o VestesBR irá não só difundir as empresas e os polos de confecção no ambiente virtual, mas estreitar o relacionamento e oferecer soluções para o lojista e o confeccionista.
VestesBR / Divulgação
Uma nova forma de comercialização, que deixa disponível espaço para expor os produtos de maneira rápida e fácil, ambiente seguro nas vendas, agilidade nas reposições e lançamento simultâneo de coleções em todo Brasil, além de crédito personalizado para os lojistas. Em futuro bem próximo, a plataforma VestesBR disponibilizará treinamento para vendedores, consultoria com profissionais especializados, dicas de moda e tendências no mercado da moda.
“O projeto irá gerar uma profunda mudança cultural, transformando radicalmente as práticas comerciais atuais, tanto das indústrias do vestuário, quanto das lojas que atuam neste segmento. É nossa convicção que este projeto será um marco importante no processo de profissionalização e modernização do mundo da moda, o que permitirá aproximar cada vez mais este setor das práticas e padrões internacionais”, explica
Ricardo Gonzalo Rojas Lezana, diretor executivo do VestesBR.
Além de uma loja virtual, as empresas participantes do VestesBR terão amplo suporte técnico e especializado para realizar vendas, fotografar as coleções, elaborar catálogos de produtos, participar de eventos de capacitação e desenvolvimento profissional, serviços de consultoria nas diversas áreas vinculadas ao negócio, pesquisas de tendências, cobertura de feiras e exposições, notícias do mundo da moda, entrevistas, além da divulgação de suas marcas por meio de campanhas consorciadas de publicidade e promoções.
Time de investidores
Por trás dos investimentos está o empresário e investidor
Diether Werninghaus, filho mais velho de
Geraldo Werninghaus, um dos três fundadores do admirado grupo
Weg e a frente da
Juriti Microfinanças, uma das primeiras instituições privadas de microcrédito produtivo e orientado do país - organização que conta com 13 agências nos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul e mais de R$ 10 milhões aplicados. Para o sucesso do projeto, Diether convidou um time de profissionais com longa experiência no mercado de gestão financeira e administração, que atuam na geração de negócios em seus investimentos.
“Optamos pela gestão de profissionais especializados em mercado e negócios, pois entendemos que este é o caminho para satisfazer as necessidades deste mercado e o sucesso do projeto. O Brasil é o sexto maior parque mundial da indústria têxtil e de confecção e o VestesBR é uma ferramenta inovadora, que formará um relacionamento bastante estreito entre as duas pontas do mercado: fabricantes e lojistas. É preciso uma gestão empresarial e, claro, com todo o suporte técnico de profissionais do setor têxtil e de moda”, esclarece o empresário.
Encurtando distâncias
Entre as vantagens do negócio, o VestesBR possibilita a aproximação de novos mercados, como explica
Altemar Jucas de Castro Araujo, executivo do Grupo Juriti. “O Vestes BR não tem a intenção de substituir o representante comercial local, mas pode sim possibilitar o acesso a lojistas onde o representante da empresa não consegue chegar. Irá agregar valor como ferramenta facilitadora, encurtando literalmente as distâncias entre novos mercados a serem abertos. Tudo isso num ambiente virtual de negócios confiável.
Mário Livramento, Diretor de Operações da Juriti Microfinanças acrescenta ainda que ficam disponíveis no Vestes BR oportunidades de microcrédito e incentivo para mercado de moda. “Esta é a primeira vez que o Grupo Juriti investe no segmento têxtil e de confecção e o plano de negócios Vestes BR é realmente inovador, pois pretende unir a moda, a técnica e o desejo de consumo num mesmo ambiente virtual com possibilidades de fechamentos de compra a curto e médio prazo” conta. “Fazer negócios e ainda ter a possibilidade de facilitar suas compras imediatas e de forma segura através de aprovação de recursos é realmente agregador”.
O oferecimento de linhas de crédito pelo Grupo Juriti é exclusivo para lojistas e confeccionistas integrantes do portal, realizado a partir de um cadastro e aprovação. O crédito fica disponível por seis meses em quantias que variam de 15 a 20 mil reais. “Se pudermos facilitar para o industrial e o lojista o crédito para financiamento nestas operações de abertura de mercado e prospecção da indústria da moda, por que não realizá-lo? Para a indústria, oferecemos crédito para giro, promovendo possibilidades de troca de duplicata e outras transações” completa Livramento.
Atuando na necessidade do mercado
O VestesBR assegura seu sucesso baseado nas necessidades atuais do mercado. Se por um lado, o segmento têxtil e de moda é essencialmente vanguardista poderia se imaginar uma transição rápida para o uso generalizado das ferramentas de tecnologia da informação. No entanto, percebe-se que a cultura da venda de atacado on-line, através de aplicativos de e-commerce, ainda é incipiente no Brasil, embora apresente claros sinais de evolução.
Prova disso é a aderência de mais de 40 empresas de confecções antes mesmo do lançamento da plataforma. “O VestesBR é uma nova metodologia de vendas e acredito que será o canal do futuro para o setor têxtil, com oportunidade maior de negócios a médio prazo. Podemos até repensar na atuação dos representantes comerciais nas diversas regiões do país, e o VestesBR pode ser um grande facilitador na reposição de coleções para o cliente. VestesBR pode mudar o perfil do mercado, estou apostando”, diz
Valdir Scalon que lança sua segunda marca dentro da plataforma. Além de empresário, Scalon é conhecedor do mercado têxtil nacional e atua como Diretor de assuntos estratégicos do
Sindivest (Sindicato do Vestuário do Paraná).
“O VestesBR percebe que com esta poderosa plataforma é possível gerir melhor o negócio, ampliar a abrangência de atuação, maximizar a visibilidade, racionalizar custos, aperfeiçoar processos e agilizar a realização de transações comerciais. Eventuais resistências referentes à utilização plena deste tipo de tecnologia tenderão a diminuir de forma relativamente rápida”, esclarece Ricardo Gonzalo Rojas Lezana.
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Mercado
Pesquisas indicam que as transações eletrônicas B2B já ultrapassaram a casa dos R$ 300 bilhões e apresentam taxas de crescimento anual superior aos 30%. (
www.e-commerce.org.br)
Por outro lado, cerca de 80% do valor transacionado, R$ 212 bilhões, refere-se a negócios realizados em portais privados, ou seja, por empresas que possuem seus próprios sistemas de gerenciamento de transações eletrônicas com fornecedores, distribuidores, representantes e clientes. Os 20% restantes referem-se às empresas que utilizaram portais de terceiros, os chamados marketplaces eletrônicos, que oferecem toda a infra-estrutura necessária de hardware, software e mão-de-obra.
A participação da indústria do vestuário brasileira neste mercado é, no momento, muito pequena, o que resulta numa expectativa de crescimento extremamente significativo nos próximos anos. Atualmente, o mercado brasileiro do vestuário é composto por aproximadamente 26 mil indústrias de confecção e por mais de 180 mil lojas do vestuário.
“O foco do VestesBR são as indústrias consideradas de tamanho médio que representam aproximadamente 27% do total (6.900 indústrias), das quais pretende atingir 250 no prazo máximo de dois anos. No que ser refere às lojas do vestuário a nossa pretensão inicial é contar com uma carteira de clientes potenciais de 5 mil lojas no mesmo prazo, com uma taxa de crescimento de 2.500 lojas por ano.” , conta o diretor executivo do VestesBR, Ricardo Gonzalo Rojas Lezana.
VestesBR
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