Incentivo à cultura faz parte da política de responsabilidade da Döhler na relação com a comunidade.
Investir em cultura é um dos pilares da política de gestão da Döhler em sua relação com a comunidade. Tradicional e inovador, tanto quanto a marca de cama, mesa, banho e decoração, o
Festival de Dança de Joinville completa 28 anos, em 2011, e está registrado no
Guiness Book (2005) como a maior mostra do gênero no mundo.
Em mais uma edição do Festival, a Döhler patrocina a
Academia Corpo Livre e apoia a
Escola Municipal Pedro Ivo Campos, de Joinville. O grupo de bailarinos da Corpo Livre foi o vencedor da categoria Danças Populares, na mostra competitiva que reúne mais de 4,5 mil participantes e um público superior a 200 mil pessoas, em 11 dias de apresentações durante o mês de julho. Alunos da rede municipal de Joinville também mostraram porque merecem o incentivo da Döhler para estar no Festival de Dança. No ano passado, ficaram com o 1º lugar no programa Dançando na Escola.
Motivo de orgulho e reconhecimento da indústria que tece uma trajetória de desenvolvimento, trabalho e gratidão a Joinville e a Santa Catarina, a iniciativa está registrada em um DVD institucional que a empresa distribuiu para os seus três mil colaboradores e clientes. Não só o incentivo à dança, registrado nesse audiovisual, mas também ao artesanato, que é um produto da cultura brasileira a ser preservado e disseminado, integram a ação social da Döhler pelo Brasil afora.
“Fazemos a arte brasileira acontecer, seja na inspiração que dela tiramos para nossas linhas de produtos, seja pelo incentivo para a sua realização”, afirma o diretor Comercial da Döhler,
Carlos Döhler. Sua referência é à oficina de artesanato itinerante,
Momento Döhler, que a marca promove há um ano, em todo o Brasil. Além de formar mão de obra e valorizar as artes regionais, o evento arrecada alimentos para doações a entidades locais. “Uma indústria forte depende de um país socialmente justo. As novas tendências de consumo apontam que as pessoas querem muito mais do que produtos, consomem valores sociais e querem vê-los aplicados à realidade de onde vivem”, argumenta Döhler.